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Classificação dos seres vivos

Classificação dos seres vivos: o que é, importância e resumo

Biologia - Manual do Enem

Publicado por William Mira

 - Última atualização: 29/7/2024

Introdução

classificação dos seres vivos organiza a biodiversidadeem categorias hierárquicas em reino, filo, classe, ordem, família, gênero e espécie com possíveis subdivisões para detalhar relações evolutivas. Exemplo: Homo sapiens (humano) é classificado no reino Animalia, filo Chordata, classe Mammalia.

Todos os organismos podem ser agrupados em cinco reinos: MoneraFungiProtista, Plantae e Animalia. Entenda mais sobre a classificação de seres vivos a seguir!

diferentes animais, como cachorro, borboleta, gato e rato, em fundo branco.

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Índice

1) Introdução2) O que são as categorias taxonômicas?3) Classificação dos seres vivos por Reino4) Classificação dos seres vivos por espécie5) Entenda a importância de classificar os seres vivos6) Resumo sobre classificação dos seres vivos7) Plano de estudo gratuito8) Exercícios

O que são as categorias taxonômicas?

As categorias taxonômicas são os níveis usados para organizar e classificar todos os seres vivos de acordo com suas relações evolutivas e características comuns. Essa hierarquia é conhecida como taxonomia e ajuda os cientistas a entender melhor as relações entre diferentes organismos. As principais categorias taxonômicas, em ordem decrescente de abrangência, são:

  1. Domínio: A divisão mais ampla, agrupando organismos com características celulares fundamentais similares.
  2. Reino: Segrega os organismos em grandes grupos como animais, plantas, fungos, etc.
  3. Filo: Divide os reinos em grupos baseados em estruturas corporais importantes ou planos de organização.
  4. Classe: Agrupa organismos dentro de um filo que compartilham características mais específicas.
  5. Ordem: Uma subdivisão de classe, agrupando organismos ainda mais similares.
  6. Família: Agrupa gêneros semelhantes com muitas características compartilhadas.
  7. Gênero: Agrupa espécies que são muito semelhantes e frequentemente podem se intercruzar.
  8. Espécie: A categoria mais específica, que identifica um grupo de indivíduos que podem se reproduzir entre si, produzindo descendência fértil.

Classificação dos seres vivos por Reino

Uma das formas de classificar os seres vivos é por meio do Reino. Entenda melhor:

Reino animal

O reino Animalia divide-se em dois grupos: vertebrados e invertebrados. As espécies desse reino são eucariontes, pluricelulares, heterotróficos, com respiração aeróbia, reprodução sexuada e capacidade de deslocamento. Dentro deste reino estão presentes: mamíferospeixesavesrépteisanfíbios, insetos, moluscosanelídeose outros. 

Reino vegetal

As espécies do reino Plantae são eucariontes, pluricelulares, autotróficos, sésseis (sem capacidade de locomoção) e podem se reproduzir de forma sexuada ou assexuada.

Esse reino é um dos mais antigos e agrupa diversas espécies de árvores e outros vegetais. É um grupo de extrema importância para a vida na Terra, devido a dinâmica de gases envolvida na respiração dos indivíduos. 

Reino fungi

Neste reino encontramos os fungos, que são organismos eucariontes, pluricelulares, aeróbicos e heterotróficos. Eles se reproduzem através de esporos e, por isso, podem ser encontrados em diversas regiões, inclusive como parasitasde outras espécies de animais e plantas. 

Reino protista

O reino dos protistas é o mais primitivo e acredita-se que todos os demais derivam deste. São eucariontes, uni ou pluricelulares. Devido a sua origem parafilética, é um reino de difícil caracterização, uma vez que nem todos os indivíduos têm um mesmo ancestral comum. 

Reino monera

O reino Monera compreende seres procariontes e unicelulares microscópicos. A maioria das espécies nesse reino são bactériasaeróbias e heterotróficas, porém também estão presentes as Arqueas, que são anaeróbias. 

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Classificação dos seres vivos por espécie

Cada espécie é designada por um nome binomial em latim, que inclui o gênero seguido pelo epíteto específico. Por exemplo, o ser humano é classificado como Homo sapiens. Esta classificação destaca a capacidade de reprodução entre membros da mesma espécie e o isolamento reprodutivo em relação a outros grupos.

Além disso, os indivíduos de uma mesma espécie compartilham características genéticas e morfológicas semelhantes, facilitando sua identificação e classificação na taxonomia biológica.

Saiba mais: Evolução Biológica

Entenda a importância de classificar os seres vivos

A classificação é uma ferramenta essencial para a biologiaecologia, medicina e muitas outras áreas, facilitando a exploração e entendimento da vida na Terra.

  1. Organização: Facilita a organização e o entendimento da imensa diversidade biológica, permitindo aos cientistas e estudantes identificar e estudar organismos de maneira sistemática. (Veja também os níveis de organização dos seres vivos)

  2. Comunicação: Estabelece uma linguagem comum entre os cientistas ao redor do mundo, permitindo o compartilhamento eficiente de informações e descobertas sobre diferentes espécies.

  3. Compreensão Evolutiva: Ajuda a entender as relações evolutivas entre os organismos, mostrando como diferentes espécies estão relacionadas e como evoluíram ao longo do tempo.

  4. Conservação: Auxilia na conservação da biodiversidade, identificando espécies ameaçadas de extinção, seus habitats e as ações necessárias para sua proteção.

  5. Pesquisa Médica e Biotecnologia: Fornece insights sobre a biologia e a genéticade organismos que podem ser cruciais para o desenvolvimento de medicamentos, tratamentos e tecnologias inovadoras.

  6. Agricultura e Controle de Pragas: Permite a identificação de espécies benéficas para a agriculturae a detecção de pragas e patógenos, contribuindo para a segurança alimentar e controle de doenças.

Representação de classificação dos seres vivos

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Classificação dos seres vivos

A classificação dos seres vivos é uma forma de organizar os seres vivos em grupos hierárquicos, com base em suas semelhanças evolutivas. Também é chamada de taxonomia.

classificação dos seres vivos é feita com base nas semelhanças que os indivíduos compartilham entre si. A classificação biológica, também conhecida como taxonomia, é um ramo da Biologia que se responsabiliza por organizar e classificar os seres vivos em grupos hierárquicos, com base nas semelhanças evolutivas e genéticas que esses seres compartilham.

Essa categorização permite que os cientistas possam identificar, nomear e estudar os seres vivos de maneira mais sistemática. E saber os parentescos evolutivos das espécies nos permite entender melhor sobre as complexidades existentes nos padrões de diversidade dos seres vivos.

Leia também: Quais são os níveis de organização em Biologia?

Resumo sobre classificação dos seres vivos

  • Classificação biológica, também conhecida por taxonomia, é o ramo da ciência que organiza e classifica os seres vivos.
  • Carl von Linné é considerado o pai da taxonomia e o pioneiro nos estudos de classificação dos seres vivos.
  • O sistema de classificação dos seres vivos evolui e se atualiza de acordo com as novas descobertas da ciência.
  • Robert Whittaker propôs a classificação de cinco reinos:
    • Monera;
    • Protista;
    • Fungi;
    • Plantae; e
    • Animalia
  • Carl Woese sugeriu a classificação em três domínios:
    • Bacteria;
    • Archaea; e
    • Eukarya.
  • Os nomes das espécies são organizados de acordo com as regras da nomenclatura binomial.
  • Todo nome científico deve ser escrito em latim, precisa estar destacado do texto, e a primeira letra do gênero deve estar em letra maiúscula e todo o resto em minúsculo.
  • A classificação biológica é crucial para organizar, entender e estudar a biodiversidade.

O que é a classificação dos seres vivos?

A classificação biológica também pode ser chamada de taxonomia, um termo que tem origem grega e, na tradução, fica taxis = organizar ou arranjar + nomos = lei ou regra. É um sistema de classificação hierárquica dos seres vivos, com intuito de identificar, descrever, nomear e organizar esses seres em grupos específicos de acordo com suas semelhanças evolutivas, genéticas, morfológicas, fisiológicas e moleculares.

Essa organização permite os estudos e a comunicação entre a comunidade científica e permite traçar a história evolutiva das espécies por meio das relações de parentesco dos organismos, agrupando aqueles que apresentam ancestrais em comum.

O pioneiro nos estudos taxonômicos foi Carl von Linné (Lineu), autor do livro Systema naturae, publicado em 1735. Considerado o pai da taxonomia, ele trouxe contribuições indispensáveis para o sistema de classificação e a nomenclatura das espécies.

 

Qual é a classificação dos seres vivos?

O sistema de classificação de seres vivos não é algo imutável, pois novas descobertas podem levar a novas classificações. Novas espécies são descobertas, enquanto espécies antigas podem ser realocadas, ao mesmo tempo que novos dados moleculares podem mudar alguma classificação já estabelecida. Dessa forma, sempre há uma ou outra atualização nas formas de classificação dos seres vivos.

→ Classificação dos seres vivos em cinco reinos

Em 1959, um período de grandes avanços da microscopia, o cientista americano Robert Whittaker propôs uma nova classificação biológica baseada nas diferenças celulares dos organismos, organizando-os em cinco reinos:

    • Monera: abrange todos os seres procariontes.
    • Protista: inclui algas e protozoários.
    • Fungi: reino dos fungos.
    • Plantae: abrange todas as plantas.
    • Animalia: abarca todos os animais.

 

→ Classificação dos seres vivos em três domínios

Em 1969, Margulis e Schwartz sugeriram uma alteração do termo Protista para Protoctista, que abarcaria melhor todos os diferentes organismos contemplados por esse reino. Entretanto, poucas décadas depois, com os avanços biotecnológicos que permitiram o sequenciamento genético das espécies, a classificação de Whittaker acabou se tornando insuficiente, pois alguns organismos procariontes diferiam tanto de outros procariontes quanto dos eucariontes.

Desse modo, Carl Woese, em 1977, propôs uma categorização que separa os seres procariontes em grupos distintoscriando, assim, os três domínios:

    • Bacteria: inclui as bactérias, a maioria dos procariontes conhecidos atualmente.
    • Archaea: inclui as arqueobactérias, procariontes menos comuns que vivem em ambientes extremos.
    • Eukarya: inclui todos os seres vivos eucariontes.

Diagrama com seres vivos dos 3 domínios da classificação dos seres vivos.

Os domínios Bacteria e Archaea abrangem os organismos antes classificados no reino Monera.

  • Videoaula sobre a classificação dos seres vivos em três domínios

 

 

 

Categorias taxonômicas

As categorias taxonômicas formam um sistema hierárquico de classificação, em que cada nível inclui um ou mais níveis taxonômicos inferiores. O primeiro nível taxonômico é o mais abrangente, o de domínio, e, a cada próximo nível hierárquico da classificação, mais semelhanças entre si os organismos compartilham, ficando cada vez mais específico até chegar ao último nível, o da espécie.

Pirâmide ilustrativa com níveis hierárquicos das categorias taxonômicas.

A classificação dos seres vivos é organizada em níveis hierárquicos, do mais abrangente para o mais específico.

  • Domínio: categoria mais ampla, agrupa os organismos com base em características celulares fundamentais, atualmente com a classificação de três diferentes táxons, o domínio Bacteria, o Archaea e o Eukarya.
  • Reino: agrupa os organismos de acordo com tipo celular, nutrição e organização corporal básica. São eles os reinos Monera, Protoctistas, Fungi, Plantae e Animalia.
  • Filo (ou divisão em Botânica): agrupa os organismos de acordo com o plano corporal básico e semelhanças na origem evolutiva.
  • Classe: agrupa organismos de um mesmo filo que compartilham características semelhantes mais específicas.
  • Ordem: agrupa organismos de uma mesma classe que compartilham características semelhantes mais específicas.
  • Família: agrupa organismos de uma mesma ordem que compartilham características semelhantes mais específicas.
  • Gênero: agrupa espécies intimamente mais relacionadas que têm em comum muitas características estruturais, evolutivas e genéticas.
  • Espécie: a categoria mais fundamental da classificação biológica, constituída por organismos semelhantes entre si, que compartilham um conjunto único de características idênticas e apresentam a capacidade de se reconhecerem, se reproduzirem e gerarem descendentes férteis.

→ Exemplo de classificação taxonômica

Pirâmide invertida com a classificação taxonômica da raposa vermelha.

Exemplo de classificação taxonômica da raposa vermelha (Vulpes vulpes).

Classificação dos seres vivos por espécie

A classificação dos seres vivos por espécie é feita com base no sistema de nomenclatura binomial, proposto por Lineu, por meio da utilização do latim na escrita de cada nome, a fim de evitar ambiguidades na identificação das espécies e garantir que toda e qualquer espécie seja identificada de forma inequívoca e exata em qualquer lugar do mundo.

Nesse sistema de classificação, cada espécie recebe um nome composto, normalmente, por duas palavras, em que a primeira palavra diz respeito ao gênero ao qual a espécie pertence e a segunda palavra é o epíteto específico, o descritor específico do organismo. Confira, a seguir, as principais regras da escrita científica nesse sistema de classificação das espécies:

  • Regra 1  Escrita em latim: permite uma universalização do termo em um mesmo idioma, e, por ser uma língua morta, não sofre modificações ortográficas. Exemplo:

Homo sapiens (que significa homem sábio, no latim).

  • Regra 2  Composição por duas palavras: a primeira diz respeito ao gênero e a segunda é o epíteto específico. Exemplo:

Aedes (gênero) aegypti (epíteto específico)

  • Regra 3  Gênero e epíteto específicos: o gênero deve ser escrito com a primeira letra maiúscula e o epíteto todo em minúsculo. Exemplo:

Candida (apenas o C maiúsculo) albicans (todo o epíteto específico minúsculo)

  • Regra 4 — Nome destacado do texto: o nome científico deve ser destacado do texto de alguma forma, normalmente sendo escrito em itálico ou sublinhado. Exemplo:

Paubrasilia enchinata

Veja também: Qual a diferença entre células eucariontes e células procariontes?

Importância da classificação dos seres vivos

A classificação dos seres vivos é de fundamental importância para os estudos e entendimento sobre aspectos e semelhanças evolutivas entre os grupos dos seres vivos. Sem a categorização das espécies em grupos específicos, teríamos diversos problemas em compreendê-los melhor e estudá-los de forma mais específica sobre seus padrões e semelhanças evolutivas.

Localizar e reconhecer um ser vivo em meio a tantos outros seria uma tarefa extremamente complexa e trabalhosa, atingindo diretamente os estudos e as compreensões sobre a complexidade de toda nossa biodiversidade.

História da classificação dos seres vivos

A necessidade de estudar e compreender a diversidade da vida existe há séculos. Aristóteles (384 a.C.) propôs o primeiro sistema de classificação dos seres vivos, agrupando os animais em aéreos, terrestres e aquáticos. No século XVIII, Carl von Linné categorizou as espécies de maneira linear; no grupo dos mais simples: as plantas (abrangendo plantas e fungos), e no dos mais complexos: os animais.

Os aspectos evolucionistas só passaram a ser considerados nos estudos da taxonomia após os estudos do evolucionista Charles Darwin, em 1859. Mas a dicotomia planta-animal perdurou alguns anos até chegar-se a novas propostas de classificação com o avanço do conhecimento sobre os seres vivos e a aceitação mais firme das teorias evolucionistas de Darwin.

Em 1866, Ernst Haeckel propôs a classificação dos três reinos: Protistas, protozoários, bactérias, fungos e outros microrganismos; Plantae, todas as plantas; Animalia, todos os animais. No ano de 1956, Herbert Copeland sugeriu a classificação em quatro reinos: Monera, bactérias; Protoctista, protozoários, fungos e demais algas; Plantae, plantas e algas verdes; Animalia, animais.

foi no ano de 1969 que Robert Whittaker lançou a proposta da famosa classificação dos cinco reinos: Monera, bactérias; Protista, algas unicelulares e protozoários; Fungi, fungos; Plantae, algas multicelulares e plantas; Animalia, animais.

Lynn Margulis e Schwartz, em 1980, sugeriram uma atualização dos cinco reinos de Whittaker. Assim substituiu o termo Protista por Protoctista, mantendo nesse reino todas as algas e protozoários e deixando o reino Plantae abarcar apenas as plantas. Preservou as mesmas categorizações para os reinos Monera, Fungi e Animalia.

Árvore ilustrativa da classificação dos seres vivos 5 reinos, proposta por Robert Whittaker.

A proposta de classificação dos cinco reinos, de Robert Whittaker, foi adotada por muito tempo.

Essa proposta de cinco reinos de Margulis e de Whittaker coexistiram e ambas foram adotadas por muito tempo pela comunidade científica, até que surgiu a proposta de Carl Woese e Mitchell Sogin, em 1970, sobre classificar os seres vivos em apenas três domínios. A justificativa para essa nova classificação foi baseada na análise da sequência de nucleotídeos do RNA de diversos organismos de cada um dos cinco reinos.

Woese e Sogin concluíram que os reinos Monera e Protoctista eram grupos artificiais, ou seja, não abrangiam descendentes de um mesmo ancestral, dessa forma, foi proposta a classificação dos domínios: Bacteria, formado por bactérias e cianobactérias; Archaea, formado por arqueobactérias extremófilas; Eukarya, formado por protozoários, algas, fungos, plantas e animais.

Esse mesmo estudo ainda forneceu evidências de que o domínio Archaea é mais próximo evolutivamente de Eukarya do que de Bacteria. Sendo assim, essa classificação de três domínios é a mais aceita atualmente, muito embora didaticamente ainda seja muito utilizada a classificação de cinco reinos de Whittaker, com as devidas atualizações de Margulis e Schwartz.

Saiba mais: O que diz a teoria da evolução das espécies?

Exercícios resolvidos sobre classificação dos seres vivos

QUESTÃO 1 (Enem)

A classificação biológica proposta por Whittaker permite distinguir cinco grandes linhas evolutivas utilizando, como critérios de classificação, a organização celular e o modo de nutrição. Woese e seus colaboradores, com base na comparação das sequências que codificam o RNA ribossômico dos seres vivos, estabeleceram relações de ancestralidade entre os grupos e concluíram que os procariontes do reino Monera não eram um grupo coeso do ponto de vista evolutivo.

Tabela com a classificação dos seres vivos, de acordo com Whittaker e Woese.

A diferença básica nas classificações citadas é que a mais recente se baseia fundamentalmente em

A. tipos de células.

B. aspectos ecológicos.

C. relações filogenéticas.

D. propriedades fisiológicas.

E. características morfológicas.

Resposta: Letra C.

Justificativa: A classificação de Woese, ao contrário da de Whittaker, baseou-se na análise das sequências de RNA ribossômico, revelando relações filogenéticas e demonstrando que o reino Monera não era um grupo evolutivamente homogêneo.

QUESTÃO 2 (Enem)

Letra d e um poema de Toquinho e Vinicius de Moraes em questão sobre a classificação dos seres vivos.

O poema acima sugere a existência de relações de afinidade ente os animais citados e nós, seres humanos. Respeitando a liberdade poética dos autores, a unidade taxonômica que expressa a afinidade existente entre nós e estes animais é

A. o filo.

B. o reino.

C. a classe.

D. a família.

E. a espécie.

Resposta: Letra B.

Justificativa: A afinidade entre humanos e os animais citados no poema, embora distante evolutivamente, é expressa na unidade taxonômica de reino, pois compartilhamos tipo celular, forma de nutrição e organização corporal básica.

Fontes

BIOTA NEUTROPICA. Taxonomia. Instituto Virtual da Biodiversidade. BIOTA - FAPESP, 2004. Disponível em: https://www.scielo.br/j/bn/a/FCgBJYVZtrjYstCv3pd9LpN/?lang=pt

ZAGATTO, L. F. G.; WEISER, V. L. A classificação biológica e sua importância: de Aristóteles aos dados moleculares. Aprendendo Ciência. UNESP, 2022. Disponível em: https://seer.assis.unesp.br/index.php/aprendendociencia/article/view/2453


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